Entrega real
Anunciante não compra número no relatório. Compra prova de que o criativo apareceu numa página de verdade, com URL declarada, visibilidade medida e tráfego inválido descontado.
Como as normas definem issoEntrega real é quando a cadeia inteira se sustenta: criativo renderizado, página real, URL de veiculação conferível, navegador real, pessoa real, contexto seguro para a marca, tráfego inválido filtrado e cobrança amarrada ao render, não a um chamado de rede solto.
Relatório de um pixel contador
tag genérica1.000.000
impressões “entregues”
Um pixel contador registra que um chamado de rede aconteceu. Ele não sabe se houve tela, pessoa ou site real. Por isso IAB, MRC e a CGU desaconselham usá-lo como prova de entrega.
Guia rápido
Cada card resume um tema do site. Em seguida você vai para a explicação completa aqui ou para a documentação oficial.
Anunciante não compra número no relatório. Compra prova de que o criativo apareceu numa página de verdade, com URL declarada, visibilidade medida e tráfego inválido descontado.
Como as normas definem issoSão três degraus diferentes. Quase todo desperdício de verba está entre contar um chamado de rede e provar que alguém viu o anúncio no contexto certo.
Ver os três níveis na documentaçãoQuatro referências internacionais definem vocabulário, viewability, filtro de tráfego inválido e cadeia identificável. Entender esses nomes resolve a maior parte das dúvidas.
Padrões globais explicados aquiO site publica quem pode vender seu inventário. É a base para saber se o anúncio veio de um caminho autorizado.
Documentação oficial IAB Tech LabRegra clássica: 50% da área na tela por 1 segundo em display, 2 segundos em vídeo. Viewability é pilar da entrega, mas não é a entrega inteira.
Site do Media Rating CouncilPara verba pública, a SECOM exige TAG segura, verification, viewability e brand safety. A CGU alerta contra pixel contador sem prova de performance e URL.
Normas brasileiras resumidasO adserver precisa mostrar render, URL, viewability, filtro de IVT, contexto da marca e vínculo entre cobrança e prova. Plataformas fracas deixam brecha para contagem solta.
Regras e comparação de plataformasRobôs deixaram de ser script óbvio. Navegador real, cookies e comportamento plausível exigem medição no render, eventos assinados e verificação independente.
Google Ad Traffic QualityTag que só conta depois de renderizar, informa a URL, mede visibilidade e assina o evento. O oposto do pixel que dispara sem prova.
Ver demonstração da tagCole uma tag, escolha uma URL e enfileire até 10 mil execuções de demonstração. Cada conta Google tem fila isolada.
Abrir o laboratórioLinks para IAB, MRC, TAG, Google, IAB Brasil, SECOM, CGU e LGPD. Leia na fonte antes de decidir campanha ou auditoria.
Lista completa de referênciasInstituições
Cada card abre a fonte original. Clique, leia e confira antes de fechar contrato ou relatório.
IAB
A casa que deu nome às coisas. Se existe um vocabulário comum na publicidade digital, saiu daqui.
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IAB Tech Lab
O braço de engenharia. É quem escreveu o ads.txt, o sellers.json e o OpenRTB que seguram a cadeia.
VisitarMRC
Audita quem mede: a metodologia inteira, não só a famosa regra dos 50% da tela por 1 segundo.
VisitarTAG
Certifica a cadeia contra fraude. A ideia é simples: dinheiro só circula entre gente identificável.
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Google Ad Traffic Quality
O maior adserver do mundo conta como usa IA para filtrar tráfego inválido: e admite que não pega tudo.
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IAB Brasil
Traduz o padrão global para o mercado daqui: glossário de métricas, FAQ de viewability e vocabulário comum.
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SECOM
Assina a IN nº 4/2024 e exige as quatro provas: TAG segura, verification, viewability e brand safety.
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CGU
A cartilha que diz, sem rodeio, para evitar o pixel contador. Leitura curta e reveladora.
VisitarPerguntas frequentes
Respostas curtas. Detalhes e fontes oficiais estão em normas e adservers.
É quando render, URL de veiculação, viewability, filtro de tráfego inválido, contexto da marca e verificação independente aparecem na mesma linha, e a cobrança está amarrada a isso, não a um pixel solto.
Porque contar chamadas de rede não prova que alguém viu o anúncio numa página real. A cartilha pede ad server com verificação de performance e URL.
Comportamento e navegador real deixam de ser sinais confiáveis. A defesa passa a ser medição no render, eventos assinados e verificação de quem não vende a mídia.
Você cola uma tag, escolhe uma URL e enfileira até 10 mil execuções de demonstração para ver o que ela consegue provar, com fila isolada por usuário.